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Bem vindo visitante

Sou Claudete Nyarady, nutricionista, especializada em nutrição clinica e reeducação alimentar e mantenho este site como forma de divulgação de experiência, dando oportunidade a todos de terem uma vida mais saudável.

A seção de dicas está aberta a todos os visitantes, mas querendo se aprofundar, você terá que realizar um pequeno cadastro para se ter acesso aos artigos completos publicados relativos a diversos assuntos,bem como acesso a área de downloads, onde estarei a publicar diversos arquivos interessantes para o público em geral, bem como arquivos destinados aos meus pacientes.

Artigos  e Dicas, serão publicadas continuamente, por isso não deixe de retornar ao site.

Este canal esta aberto a criticas elogios e sugestões, faça a sua! Com a sua participação poderemos fazer um trabalho mais eficaz para uma vida saudável!.

Contato com a Nutricionista Claudete: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Claudete Nyarady

Obrigada pela sua participação e visita!!!

 

Quem Sou EU

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QuemSomosQuem Sou EU:

O site NUTRIFELIZ, é mantido pela Claudete Nyarady, Nutricionista formada pela Universidade de Guarulhos, com grande experiência em nutrição clínica.

O site será um canal de informação sobre Nutrição, com dicas para uma alimentação saudável, tendo como objetivo dar dicas gerais, não sendo um consultório virtual.

É plenamente IMPOSSÍVEL, dar consultas através da internet, principalmente porque as pessoas são individuos, o que a própria palavra já indica, que deve ser individualizado.

Se você tem interesse de ter uma boa alimentação, para ter uma bela forma estética e de forma saudável, não hesite entre em contato comigo, para marcarmos uma consulta.

Formas de atendimento:

     1. HOME CARE:

          Atendimento no local que você quiser, pode ser na sua residência, escritório ou no local que melhor lhe convier.

          Áreas de atendimento HOME-CARE:

  • São Paulo - Capital;
  • Santos;
  • Grande ABCD;
  • Jundiai;
  • Vinhedo;
  • Alphavile;
  • Valinhos;
  • Campinas;
  • Itaquaquecetuba
  • Guarulhos

      2. Consultório

          Atendo no meu consultorio localizado em São Bernardo do Campo

 Palestras

       Ministro palestras de ALIMENTAÇÃO SAUDAVEL, ou a que você tiver necessidade, em Empresas, Instituições de ensino, basta entrar em contato e me informar da sua necessidade, tenho todo o material necessário, e vou ao seu local de preferência.

 

Especialidades:

  1. Reeducação Alimentar: Aprendar a se alimentar para ter o peso ideal de forma saudável
  2. Alimentação Esportiva:  Alimentação direcionada para atletas
  3. Alimentação Gestante: Alimentação direcionada às gestantes, que estão preocupadas com a sua saúde e a do seu bebé
  4. Alimentação de Crianças: Evite a obesidade infantil/juvenil, introduzindo uma alimentação saudável desde pequenos de forma balanceada.

Contatos:

e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Não deixe para amanhã, comece hoje, uma vida nova com mais saúde... entre contato e agende uma consulta.

 

 

O nutricionista é um profissional da área da saúde capacitado a atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética. Estuda as necessidades nutricionais de indivíduos ou grupos para a promoção, manutenção e recuperação da saúde. Trabalha no âmbito da Nutrição Humana e Alimentação, interpretando e compreendendo fatores biológicos, sociais, culturais e políticos para criar soluções que garantam uma melhor qualidade de vida para as pessoas em todos os ciclos da vida.

Para exercer a profissão, este profissional deve ter diploma expedido por escolas de graduação em Nutrição, oficiais ou reconhecidas, devidamente registradas no órgão competente do Ministério da Educação. E estar regularmente inscrito no Conselho Regional de Nutricionistas (CRN) da sua respectiva jurisdição.

Reeducação Alimentar

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É um termo muito comentado ultimamente como o "segredo" para eliminar peso e ter uma vida mais saudável, livre de doenças e do efeito sanfona. Mas você sabe no que consiste esse processo?

 

Leia mais:Reeducação Alimentar

Quero muito emagrecer....mas não consigo....

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EU QUERO EMAGRECER!!!!!, mas não consigoooo...

 

 

 

Olá pessoal, ultimamente percebo (mais que nunca) o quão é repetitivo a questão de perda de peso corporal.

Em qualquer lugar que você passe, o assunto é o mesmo:

ü  Estou fora de forma,

ü  Hoje estou de dieta,

ü  Não posso comer demais porque exagerei no final de semana, e a semana que vem tenho um casamento para ir e meu vestido tem que entrar neste corpinho....

ü  Vou começar academia em 2020....rsrsrsr

 

Muita gente, muita mesmo, tem muita dificuldade para emagrecer! Eu sinceramente acredito, que para uma pessoa emagrecer, não basta simplesmente fechar a boca.

 Aliás, acredito que muita gente (inclusive quem sofre de obesidade) faz tudo certinho e mesmo assim não consegue emagrecer ou eliminar os kilos extras.
Na verdade, a pessoa não tem que somente fechar a boca.

Ela precisa “abrir” para os alimentos certos.

Tudo é muito individual e não dá para fazer diagnóstico no salão do cabeleireiro ou na festa infantil do sobrinho!

Ou então nas redes sociais, a pessoa começa a mandar mensagem para todo mundo:

ü  Estou cansada;

ü  Hoje estou desanimada;

ü  Hoje estou gripada;

ü  Hoje estou triste;

ü  Hoje estou deprê;........

Até que você recebe uma mensagem e ela diz “estou com excesso de peso e preciso urgente de um cardapiozinho”.......

você até tenta conversar e explicar que não é só um cardapiozinho....

mas ela (ele) quer,

você manda........

ai ela (ele) some…

rsrsrsrs,

Imagino que exista uma força maior que meu pensamento que diz que ao receber um cardápio você diminui os números na balança, o tempo passa, essa força não é ativada na pessoa....ou no cardápio....e ao perceber que não é assim a pessoa some.....porque você não resolveu o problema que estava atrapalhando a vida dele (a)

Então o problema não é só o cardapiozinho…..

É o compromisso!

Compromisso com ela mesma, um senso de urgência e uma esperança implícita (quero entrar naquele vestido)..o que está implícito é que ela quer  eliminar peso corporal, sentir que está mais leve, que ao final do dia já não está tão cansada, que suas roupas estão servindo!!!!

A rotina e o excesso de trabalho aliado a indústria de alimentos, são os pontos mais relacionados e apontados por muitos como responsáveis por não poder cumprir os compromissos firmados anteriormente:

ü  “A rotina da semana não cabe uma caminhada”....

ü  “Trabalhei até tarde...corri muito, tive que usar o elevador o dia inteiro”....

ü  Em casa:  “não tinha tempo para ir ao sacolão comprar verduras, legumes e frutas....

Passei na padaria e comprei um congelado”

 

 O cardapiozinho.....isso é ate fácil demais para um nutricionista...

 

Então resolvi escrever este artigo…muitas vão adorar, outras (os) nem tanto!

 

E já aviso para quem não gostar, não fique triste…tudo na vida tem sua hora...

Talvez este não seja seu momento…não se force...não se torture…leia um livro…na hora que puder vá até uma praça e dê algumas voltas, ao voltar para casa (se for prédio) utilize as escadas.

No outro dia faça a mesma coisa antes de ir para o trabalho.

No outro dia, esqueça que neste planeta tem elevador......e vá de escadas…(se sua condição física e clinica permitir que suba e desça escadas)

Depois de uma semana, leia este artigo…será muito melhor. Você  irá se animar.... 


Leia o texto na íntegra:


Perder peso não é tarefa fácil! Mesmo comendo menos e fazendo exercícios, as vezes nos deparamos com dificuldades para eliminar os quilinhos extras. A pergunta é: o que pode estar acontecendo?

Existem sinais e sintomas que nos falam a possível causa. Aqui vão alguns bloqueadores da perda de peso e como fazer para obter a ajuda que necessita.

1.     Tireoide inativa

 

Estudos mostram que está cada vez mais comum o hipotireoidismo subclínico – aquele que não mostra nos exames, mas a pessoa tem todos os sintomas. Se você nota que seu metabolismo está lento, que está ganhando peso sem motivo aparente ou sente muita dificuldade em perder peso, pode estar acontecendo alguma coisa com a sua tireoide. Se estiver associado com fadiga extrema, aumento da sensibilidade ao frio, intestino lento, queda de cabelo, unhas muito fracas, pele seca, dores articulares ou até depressão, fique atento.

 

 

Para saber se está acontecendo alguma coisa, converse detalhadamente com seu médico (endocrinologista) e explique exatamente o que está sentindo.

O médico vai solicitar exames, não deixe de atender à solicitação de seu médico, ele quer te ajudar, mas você precisa fazer sua parte!

Quanto mais alto estiver o TSH (hormônio estimulante da tireoide), mais indicativo há que sua tireoide está trabalhando em modo lento. Pesquisas mostram que não é necessário estar muito acima dos níveis recomendados – o simples fato de estar com níveis acima de 2, já é um indicativo para ter cautela e procurar seu médico.

 

2.       Hormônios descontrolados

 

Outro problema que pode estar acontecendo e que está cada vez mais comum entre as mulheres, é a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). Embora nem todas as mulheres com SOP ganhem peso, o excesso de gordura corporal, principalmente na cintura, é comum nesses casos. A mulher apresenta pêlos faciais e corporais, menstruação irregular, acnes e até mesmo infertilidade. O ganho de peso é comum pois a SOP caminha lado a lado a resistência à insulina, que se não tratada pode levar a diabetes tipo 2. Em termos práticos, isso significa que a pessoa não processa o açúcar de forma correta e acaba armazenando gordura na região do abdômen.

 

Para saber como anda o seu metabolismo de açúcares, faça exames laboratoriais e veja como estão os seus hormônios sexuais, como a sua testosterona, estrógeno e progesterona, além da hemoglobina glicada, o seu ácido úrico e claro, a taxa de insulina e glicose. Um ultrassom dos seus ovários também faz parte do diagnóstico. 

 

3.       Intolerâncias alimentares

 

Especialistas estimam que intolerâncias alimentares afetam mais de 1 em cada 10 pessoas. Essas intolerâncias muitas vezes passam desapercebidas, pois não são sintomas imediatos. Quando comemos alimentos que não são corretamente digeridos, por inúmeras causas (excesso do consumo do mesmo alimento diariamente ou falta de enzimas digestivas), nosso corpo reage com inchaço, diarreia ou constipação, bem como asma leve, eczema ou problemas na pele, dores de cabeça, dores musculares e nas articulações e fadiga. Isso tudo desacelera  nosso metabolismo, pois os nutrientes necessários para a energia celular, são gastos em outra atividade do nosso corpo. Para conseguir eliminar peso, o nosso intestino deve estar em perfeitas condições, para absorver os nutrientes e o corpo usar de forma adequada.

 

Se você consome em excesso laticínios, trigo (até mesmo a farinha de trigo integral), soja, milho, ovos e oleaginosas (nozes, amendoim), além de muitos produtos industrializados com conservantes e corantes (todos os produtos em caixinha ou saquinho), você pode estar a correr risco,  de inchar cada vez mais.

 

4.       Medicamentos

 

O ganho de peso pode ser também um efeito colateral de alguns medicamentos, como antidepressivos, hormônios ou pílulas anticoncepcionais. Eles podem alterar o seu peso em poucas semanas após o início ou até mesmo demorar meses, ou seja, o efeito pode ser ao longo do tempo de uso do medicamento em combinação com uma alimentação inadequada e excessiva.

 

 O que fazer?

 

·         Se você se identificou com alguma alternativa acima você precisar buscar orientação médica e principalmente a nutricional.

·         Resolvendo a parte de exames e orientações de seu médico, (com medicamentos para quem precisa) e juntamente com nutricionista você irá descobrir maneira de potencializar o tratamento dado pelo seu médico, e logo restabelecer seu organismo, por exemplo : Uma tireoide inativa pode ser ativada, ou uma resistência à insulina pode ser tratada, aliando o tratamento de seu médico e a descobrir alimentos que estão te fazendo mal e não bem.

·         Para os que não precisam de medicação e sim de uma orientação nutricional, existe a Reeducação Alimentar, para equilibrar o organismo que se encontra cansado e com péssimos hábitos alimentares;

·         Uma boa nutrição irá te ajudar a ficar em paz com sua forma física, se livrando dos incômodos que estavam a afetar anteriormente;

·         Pontuando alguns vícios e atitudes nutricionais já instaladas sem perceber;

·         Recalcular necessidade energéticas (quanto precisa de energia para viver bem), com inclusão de alimentos saudáveis;

·         Observando alimentos que estão a prejudicar seu organismo, através de estudos e pesquisa individuais frente ao perfil do paciente, lembrando sempre que um alimento pode ser inofensivo para uma pessoa e ser péssimo para outra;

·         Através de algumas mudanças na rotina alimentar, o paciente perceberá a melhora no dia a dia, assim adquirira novos hábitos, sem sofrimento, e acima de tudo respeitando seu comportamento frente a alimentação;

·         E sempre incorporando algumas alterações para haver mudança onde deve ser mudado;

·         A nutrição funcional/comportamental pode te ajudar muito mais do que você imagina.

 

 

Se você está insatisfeita com sua vida, com seu corpo.....e continuar a fazer tudo que faz hoje......amanhã você estará do mesmo jeito que esta hoje....

Não procure milagres, promova mudanças....

 

 

 

 

 

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Ministério da Saúde

Últimas Notícias - Ministério da Saúde - Portal da Saúde

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  • Durante Simpósio em Brasília, foi possível esclarecer sobre a regularização e fluxo de envio dos medicamentos para as unidades que realizam transplantes O Ministério da Saúde vem mantendo diálogo constante com o Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde), secretarias municipais e entidades do setor saúde para a manutenção da oferta de medicamentos no SUS, entre eles imunossupressores e aqueles utilizados no tratamento de câncer. Neste mês, a Pasta se reuniu com centros transplantadores (hospitais e clínicas que realizam transplantes) para esclarecer regularização da distribuição dos imunossupressores, medicamentos utilizados contra a rejeição de órgãos. Alguns desses imunossupressores são adquiridos de forma centralizada pelo Governo Federal e enviados aos almoxarifados dos estados, responsáveis pelo encaminhamento aos centros. As informações sobre a regularização dos produtos foram apresentadas durante o 1º Simpósio Nacional de Gestão de Processos de Doação e Transplantes, organizado pelo Ministério da Saúde, para marcar os 20 anos do Sistema Nacional de Transplantes. Além dos profissionais de saúde envolvidos nos procedimentos de transplantes, a reunião contou representantes das secretarias estaduais de saúde. No Simpósio, foi possível esclarecer a logística que envolve os medicamentos. É de responsabilidade do Ministério da Saúde a compra dos imunossupressores. Já as entrega às unidades de saúde e municípios, cabe exclusivamente às secretarias estaduais de saúde, que também são responsáveis pela programação e armazenamento dos produtos. Na última semana, o Ministério da Saúde informou que todos os estados brasileiros estão abastecidos dos imunossupressores Tacrolimo (1mg e 5mg) e Micofenolato de Sódio (180mg e 360mg). Desde novembro, o envio tem sido encaminhado às Secretarias Estaduais de Saúde (SES). O Ministério da Saúde tem enfrentado os interesses do mercado farmacêutico, com uma gestão austera e buscando a melhor eficiência para o gasto público. No caso dos imunossupressores Tacrolimo e Micofenolato de sódio, por exemplo, as negociações geraram uma economia anual de R$ 176 milhões. Ao comprar mais barato, o objetivo da pasta é utilizar os recursos para ampliar o acesso dos brasileiros aos medicamentos e serviços do SUS. ONCOLÓGICOS – Outra atuação conjunta entre o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) é para assegurar a oferta de medicamentos oncológicos essenciais aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso porque alguns itens se tornaram poucos atrativos para a indústria, seja por falta de insumos internacionais, desinteresse comercial ou até mesmo demora na regulação e precificação dos produtos. A compra de medicamentos oncológicos é de obrigatoriedade dos hospitais habilitados em oncologia (CACONs e UNACONs) já que o valor está contemplado nos repasses federais de acordo com os procedimentos realizados por cada unidade. Mesmo assim, o Ministério da Saúde centralizou a compra de seis medicamentos oncológicos que constam na Relação Nacional de Medicamentos do SUS e são considerados estratégicos para a assistência nas unidades públicas. Outros dois medicamentos foram centralizados após a informação de desinteresse de produção da indústria e para evitar o desabastecimento. Além disso, o Ministério tem incentivado a parceria entre laboratórios públicos e privados para ampliar o acesso a medicamentos essenciais no tratamento de doenças mais prevalentes, importados, de alto custo ou ainda judicializados, inclusive os oncológicos. Atualmente, estão vigentes no país 74 Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), envolvendo 18 laboratórios públicos e 43 privados. Essa semana o Ministério anunciou a aprovação de mais 25 PDPs. Todas trazem alguns dos 49 produtos considerados essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS).  Por Victor Maciel, da Agência Saúde Atendimento à imprensa (61) 3315- 3174 / 3580

  • Ministro da Saúde, Ricardo Barros, participou da inauguração da unidade, que tem capacidade para realizar até 20 mil atendimentos por mês em diversas especialidades. Cerca de 800 mil pessoas serão beneficiadas O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participou nesta sexta-feira (15) da cerimônia de inauguração do novo Centro de Especialidades de Maringá, no Paraná. Ao todo, foram investidos R$ 17 milhões pelo governo estadual para construção e aquisição de equipamentos da unidade, que será referência para consultas e exames de média e alta complexidade do município e outras 29 cidades que compõem a Regional de Saúde, abrangendo uma população de 800 mil pessoas. O novo centro, que passa a ter sede própria, tem capacidade para fazer até 20 mil atendimentos por mês em diversas especialidades, como angiologia, cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastroenterologia, geriatria, ginecologia, nefrologia, neurologia, neurologia pediátrica, oftalmologia, otorrinolaringologia, pediatria, pneumonia, psiquiatria, além de uma variedade de exames clínicos, de imagem e laboratoriais. Em 2016, o Ministério da Saúde repassou o valor de R$ 3 milhões para ampliar atendimentos, exames e cirurgias eletivas realizadas pelo Centro de Especialidades de Maringá. “Esses recursos já foram utilizados integralmente para realização do mutirão de cirurgias e exames e vamos continuar dando o apoio que for necessário. Com esse anúncio de hoje, estamos proporcionando mais conforto para funcionamento dessa grande estrutura de atendimento, que já existia e que agora está sendo ampliada”, observou o ministro. Segundo ele, o objetivo é salvar vidas e melhorar a qualidade de vida da população. “É uma construção permanente de conquistas que estamos conseguindo em todo o Brasil”, afirmou Ricardo Barros. A nova estrutura física construída tem 4 mil metros quadrados. Ao todo, são 19 consultórios médicos, 07 consultórios odontológicos, 13 consultórios de equipes multiprofissionais (fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional), 03 salas cirúrgicas e setor de imagem. Atualmente, o Paraná possui 20 centros de especialidades médicas, um em cada regional de saúde. Em novembro, o ministro Ricardo Barros anunciou liberação de R$ 1 milhão para equipar o Centro de Especialidades, localizado em Londrina e administrado pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (CISMEPAR). A unidade também oferece consultas e exames especializados com equipe multiprofissional e cirurgias eletivas ambulatoriais BALANÇO DE GESTÃO – Em 500 dias de gestão, os municípios do Consórcio CISAMUSEP, que tem Maringá como cidade polo, já contabilizam R$ 53,5 milhões em investimentos voltados para ampliação e qualificação dos serviços oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A verba beneficia a Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, serviços de média e alta complexidade e emendas parlamentares que estavam aguardando aprovação desde 2014. Do total de R$ 53,5 milhões, foram destinados R$ 22,6 milhões para habilitar e/ou qualificar 14 serviços e 52 leitos que funcionavam sem a contrapartida do Governo Federal. Os recursos reforçam serviços de média e alta complexidade, como a Estratégia Rede Cegonha, SAMU 192, Saúde Bucal, Rede de Urgência e Emergência e leitos de UTI. Apenas este ano, foram investidos R$ 20,1 milhões nos municípios do Consórcio CISAMUSEP. Além disso, em julho deste ano a pasta investiu mais R$ 39 mil para reforçar a atenção básica do município de Flórida, com a habilitação de uma nova Equipe de Saúde Bucal, demanda antiga da população e da gestão local. No que diz respeito às emendas parlamentares, foram pagos, entre 2016 e 2017, R$ 30,9 milhões para os 30 municípios do Consórcio CISAMUSEP. Ano passado, foram 16,1 milhões em empenhos, referentes a 84 propostas de emendas parlamentares, e este ano o valor já chega a cifra de R$ 14,8 milhões, referente a outros 109 projetos. Todas estavam aguardando autorização do Governo Federal desde 2014 e são voltadas para aquisição de equipamentos e materiais permanentes, aquisição de produtos médicos de uso único, custeio da Atenção Básica, manutenção de unidades hospitalares, reforma de unidade de atenção especializada em saúde e custeio de serviços de média e alta complexidade. Além de Maringá, integram o Consórcio CISAMUSEP os municípios de Itaguajé, Santa Inês, Santo Inácio, Paranacity, Colorado, Nossa Senhora das Graças, Lobato, Uniflor, Flórida, Santa Fé, Munhoz de Mello, Atalaia, Ângulo, Iguaraçu, Astorga, Nova Esperança, Presidente Castelo Branco, Mandaguaçu, Floraí, São Jorge do Ivaí, Ourizona, Paiçandu, Dr. Camargo, Ivatuba, Floresta, Sarandi, Mandaguari, Marialva e Itambé. TIPO DE SERVIÇO VALOR Média e alta complexidade – habilitação/qualificação de serviços ou leitos que funcionavam sem contrapartida federal R$ 22,6 milhões Atenção Básica – habilitação de 01 nova Equipe de Saúde Bucal R$ 39 mil Emendas parlamentares – liberação de 193 emendas que estavam paradas desde 2014 R$ 30,8 milhões *Média e alta complexidade são procedimentos como transplantes, cirurgias cardíacas, oncológicas, ortopédicas, neurológicas, renais, órteses e próteses, leitos de UTI, entre outros. Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde Atendimento à imprensa (61) 3315- 3533 / 3580

  • Inscrições vão até o dia 29 de dezembro de 2017 A Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde divulgou dois editais para a concessão de bolsas para Programas de Residências Médica (Edital Nº 10, de 27 de novembro de 2017) e em Residência em Área Profissional da Saúde (Edital Nº 10, de 27 de novembro de 2017). A concessão de bolsas pelo Ministério da Saúde para a concorrência entre as instituições, nos termos deste Edital, está condicionada à existência de: • Vagas novas, decorrentes da criação de novo PRM; • Vagas novas, decorrentes da expansão de PRM existente, com credenciamento vigente e que esteja em situação regular junto às Comissões Nacionais de Residência Médica (CNRM/MEC) ou Multiprofissional da Saúde (CNRMS/MEC); • Vagas novas, autorizadas para início em 2017, mas que não foram contempladas nos últimos Editais (nº 16 ou 17, ambos de outubro de 2016). O preenchimento dessas vagas tem como objetivo favorecer a formação de especialistas nas modalidades Médica, Multiprofissional ou Uniprofissional da Saúde, em áreas de atuação prioritárias para o SUS. Com os editais, o Ministério da Saúde quer ampliar a oferta de assistência médica e de profissionais da saúde para atendimento de casos relacionados a tríplice epidemia "Zika, Dengue e Chikungunya”; para o cuidado às pessoas e familiares que têm contato, de alguma forma, com Microcefalia e para o enfrentamento de doenças crônicas não transmissíveis, particularmente AVC (acidente vascular cerebral), infarto, hipertensão arterial, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, e seus fatores de risco em comum como a obesidade, tabagismo, álcool, inatividade física e alimentação não saudável. Segundo os editais, as bolsas podem ter duração: de 1 a 5 anos (dependendo da especialidade) para as Residências Médicas e de 2 a 3 anos (Residência em Bucomaxilofacial) para as Residências em Área Profissional da Saúde. São ofertadas 33 especialidades para a Residência Médica e 12 para a Residência em Área Profissional da Saúde. Serão analisadas apenas as propostas adequadamente inscritas no SIGRESIDÊNCIAS e cujas vagas estejam autorizadas ou submetidas à autorização pelas respectivas Comissões Nacionais (CNRM/MEC ou CNRMS/MEC). Acesse o edital aqui. Por Ivana Sant’Anna, do NUCOM SGTES Atendimento à imprensa (61) 3315- 3580 /2351/2745

  • A publicação apresenta informações sobre estruturas físicas e boas práticas de armazenamento e distribuição de imunobiológicos Fotos: Programa Nacional de Imunizações Carla Domingues, coordenadora do PNI, participou da cerimônia de abertura do Seminário A nova edição do Manual de Rede de Frio foi lançada nos dias 12 e 13 de dezembro, em Brasília (DF), durante o II Seminário Nacional da Rede de Frio. A publicação é o resultado de um trabalho cooperativo realizado entre as diversas esferas de gestão e respectivas instâncias que compõem a Rede de Frio Nacional. Clique aqui para acessar as apresentações do II Seminário Nacional da Rede de Frio Durante o evento comemorou-se cinco anos de implementação do projeto para fomento e aprimoramento da Rede de Frio nas três esferas do Sistema Único de Saúde (SUS). O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde reforçou suas diretrizes gerais e profissionais especializados de diversas instituições realizaram exposição do conteúdo técnico da obra: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Hospital Sarah Kubitschek e Secretaria da Saúde do Estado de Goiás, além de todas as Secretarias do Ministério da Saúde. O Manual, que é o referencial teórico operacional utilizado pelos gestores na reestruturação da Rede Nacional, organiza conteúdos relativos aos padrões de qualidade de excelência, nos quesitos de estruturas físicas e boas práticas de armazenamento e distribuição, orientados pelo PNI. Esta segunda edição do Seminário também promoveu discussão dos conceitos relacionados à reestruturação da Rede de Frio Nacional e à capacitação de responsáveis técnicos nas 27 Unidades da Federação. Fotos: Programa Nacional de Imunizações Fotos: Programa Nacional de Imunizações Patrícia Glowacki, do PNI, falou sobre o quinto aniversário da implementação do projeto para fomento e aprimoramento da Rede de Frio nas três esferas do SUS Por Nucom SVS Atendimento à imprensa (61) 3315- 3580 /2351/2745

  • Medida foi pactuada por comissão em junho desse ano. Estados e municípios tiveram até novembro para se adaptarA partir deste mês, municípios e estados devem obrigatoriamente informar as compras homologadas de medicamentos adquiridos para abastecimento do Sistema Único de Saúde, referente ao exercício 2017. Os valores devem ser informados no Banco de Preços em Saúde (BPS), ferramenta desenvolvida e já utilizada pelo Governo Federal. O acesso ao sistema é gratuito e aberto ao público. Acesse o sistema, treinamento e manual do Banco de Preços em Saúde Segundo levantamento apresentado na última quinta-feira (14/12) à Comissão Intergestores Tripartite, que reúne os três entes da federação, até o momento, 3.361, dos 5 570 municípios, estão com o cadastro efetivo no BPS. Essa é uma etapa obrigatória para que os gestores possam iniciar o envio dos dados dos valores das compras.“40% dos municípios ainda não se cadastraram no sistema, é preciso que todos estejam registrados e enviem com regularidade os dados. O Banco de Preços em Saúde é um sistema pioneiro no país. Ele é público, gratuito e com perspectivas de ajudar o gestor na tomada da decisão e a promover transparência sobre as compras públicas de medicamentos”, destacou a diretora de Economia da Saúde do Ministério da Saúde, Ana Wanzeler, ao apresentar os dados. Ao dar transparência ao uso dos recursos públicos e conhecimento dos preços praticados em todo território nacional, o Banco vai proporcionar o aumento da concorrência e maior condições para a negociação de preços junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde.Além dos medicamentos, a ferramenta ainda é destinada ao registro e a consulta de informações de compras de produtos para a saúde adquiridos no âmbito do SUS. Gradualmente, os outros itens também terão seu registro obrigatório no BPS.Por Mônica Silva, do Nucom DESIDAtendimento à Imprensa(61) 3315-3174 / 3580 / 2351 / 2745 (61) 3315-2898/3580

  • Além das ambulanchas, Distrito passa a contar com mais 52 embarcações para prestação de assistência à saúde nas 229 aldeias da região. Fotos: Beth Almeida Os quase 70 mil indígenas que vivem na área de abrangência do Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Solimões (DSEI ARS) contam agora com o SAMUSI-Serviço de Atendimento Móvel de Urgência da Saúde Indígena, o primeiro no país. São duas ambulanchas, com motores de 200 hp e equipadas com duas macas fixas e suporte de oxigênio, que ficarão atracadas na sede do DSEI, em Tabatinga (AM), e no polo base de São Paulo de Olivença, prontas para prestar socorro e resgate de indígenas da região. E essa é apenas uma das melhorias no DSEI ARS nos últimos dias. Nesta quinta-feira (14/12), foram entregues também outras 52 embarcações completas, com motores de 13, 15, 60 e 90hp de potência. A estas embarcações somam-se outras 50, entregues em abril de 2017, a um investimento total de R$ 1,3 milhão. “Neste ano, o investimento em equipamentos para o DSEI Alto Rio Solimões foi de cerca de R$ 4 milhões, não só em embarcações, mas também em refrigeradores, veículos e outros materiais necessários para a prestação da assistência aos indígenas da região”, disse o secretário Especial de Saúde Indígena, Marco Antonio Toccolini, durante a cerimônia de entrega das embarcações, realizada no Auditório do Exército Brasileiro, em Tabatinga. Toccolini reconheceu o empenho dos profissionais do DSEI ARS na gestão da assistência à saúde indígena na região. “O dinheiro que chega aqui é efetivo em suas realizações e isso se deve também à participação do controle social nas ações implementadas”, elogiou o secretário, acrescentando que a equipe do DSEI ARS “é um modelo a ser seguido pelo Brasil”, afirmou. Ao agradecer o empenho da equipe para levar a cabo as melhorias no Distrito, o coordenador do DSEI ARS, Weydson Gossel Pereira, destacou que “os elogios à gestão do DSEI é a todos vocês (trabalhadores)”. “Mais que comemorar a aquisição de equipamentos, temos que comemorar o que não enxergamos a olho nu, a melhoria de indicadores de saúde como os de mortalidade infantil, de atenção ao pré-natal e muitos outros”, enumerou Weydson. Ele lembrou ainda que a parceria com o controle social tornou possível a construção de um Plano Distrital de Saúde Indígena factível. “Em dois anos, já alcançamos a maioria das metas pactuadas: este Plano  Distrital da Saúde Indígena – PDSI - com certeza vai entrar para a história da saúde indígena”, apostou. DSEI ARS – Com sede em Tabatinga, o DSEI Alto Rio Solimões abrange 7 municípios do oeste do Estado do Amazonas, com uma população de 69.075 indígenas, de 7 etnias, distribuídos em 229 aldeias, localizadas em 32 terras indígenas. A estrutura conta com 12 polos base e uma Casa de Saúde Indígena, onde atuam 839 trabalhadores, além de 19 profissionais do Programa Mais Médicos. Entre os indicadores de saúde da população, destaca-se a cobertura vacinal de crianças menores de cinco anos, 88,6% em 2017, e a cobertura de pré-natal, de 87%, segundo dados do SIASI (Sistema de Informações da Saúde Indígena).   Por Beth Almeida, do NUCOM SESAI Atendimento à imprensa (61) 3315-3580 / 2918

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